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Mapping de Macula para a comemoração dos 600 anos do relógio astrológico de Praga na Old Town Square. Um trabalho de primeira linha!
(Source: vimeo.com)
Não vou me atrever nem a traduzir a descrição do vídeo. Segue a íntegra.
Fiquei chocado. Coisa linda!
“Yekpare” is a storyteller which narrates the 8500 year story of Istanbul. The story embraces symbols from Pagans to Roman Empire, from Byzantine Empire to Latin Empire, and finally from Ottoman Empire to Istanbul at the present day.
Haydarpaşa Train Station, with its brilliant architectural forms, is the building on which the story is projected. The connection between middle east to west has been provided by Istanbul and Haydarpaşa since 1906. In the 50’s it served as a door for millions of internal emigrants who have triggered the chaos in Istanbul’s dialectical daily life scenes.The project’s conceptual, political and geographical positioning, the location’s depth of field and the fact that the entire show can be watched from Kadıköy coast; make “Yekpare” a dramatic presentation.
The first day of the performance also marks the 47th deathday of Nazım Hikmet Ran, the famous Turkish poet. We started out with a quote from his epic novel, “Human Landscapes from My Country”: “At Haydarpaşa Train Station, in the spring of 1941, it is three o’clock. Sun, exhaustion and rush lay on the stairs…”
Art Direction & Visuals:
Deniz Kader – Candaş Şişman
Music & Sound Design:
Görkem Şen
Project Management:
Erdem Dilbaz
Três dias depois da primeira foto do mural, apareceram no unurth mais algumas imagens do mural de Lisboa que Os Gemeos e o Blu estão fazendo.
Achei a simbologia interessante da obra até o momento, me deu a impressão de ter de um lado a sociedade marginalizada e de outro os capitalistas gordos sugando o mundo pra benefício próprio coroado por marcas e símbolos enquanto, o cidadão comum, permanece sendo apenas matéria prima vendendo sua força de trabalho ao trabalhar como um estilingue: em pé, esticado e de mãos abertas e levantadas.




imagem de inspiração: http://migre.me/Guel
Nos findos tempos da vovó de interior em que “salvar” ainda era “acenar ou dizer oi”, sair de casa e andar ouvindo uma bela música só ocorria com uma vitrola de corda no ombro andando como formiga: se balançar, a agulha pula; se tropeçar, o vinil risca.
Quando criança costumava patinar, era incrível a liberdade do vento e a adrenalina que dava em correr por entre centenas de pessoas aos sábados durante horários de pico em shoppings; poder filmar uma fuga dessas então só era possível carregando uma câmera pesada que funcionava com fita cassete e alguns fios ou, com sorte, uma bateria maior do que um iphone.
Na época em que XP era mais que milênio (ME), já haviam oportunidades de fazer isso com um celular sem muita dificuldade pesando pouco mais de um x-salada e, inclusive, salvá-las no computador de casa. Os menos entendidos criavam um servidor apache e deixavam o computador torrando linha telefônica em tempos sem pulso único pra mostrar aos outros seus arquivos em árvore.
Nos tempos modernos em que “Restart” já não é mais apertar o reset no Playstation (1) ou levantar o botão roxo do Snes e sim uma banda adorada pelos mais infames: existe a chamada nuvem, ou computação em nuvem.
Acessar dados e ter um hd móvel só serve aos mais aficcionados que ainda precisam da posse dos bytes da informação em mãos. (Um alô e aquele abraço aos marxistas!)
A nuvem proporciona guardar seus arquivos na rede e acessar seus dados de aparelhos cada vez mais nanométricos de qualquer lugar do espaço sideral. Mas isso é no futuro, por enquanto ainda só podemos acessá-los da Terra e em sua órbita.
Eu me pergunto: Depois de árvore e nuvem vem o quê?
Isso me dá calafrios em pensar que: nos tempos em que eu for um vovô, será que os meus netos saberão o que foi um futgogo ou que o Grafite não estava no álbum da copa do mundo de 2010? Quem sabe se o que ainda é tendência e chamo de nuvem será superada por uma outra coisa ainda mais alta? Ou então, ao invés de acessarmos nossos dados, serão eles quem nos acessarão em momentos oportunos? Disso tiro três conclusões:
No final, na época em que farmácia perder o acento por uma re-reforma ortográfica entre os países de língua portuguesa e não houver nada alto o bastante, chamarão os dados de Deus; saberão que houve uma época em contato com árvores e que nuvens ainda eram vistas e, por fim, terão vontade de ter sido um dos três abençoados que conseguiram nascer em Woodstock, o verdadeiro.
Viva o bom e velho roquenrou!
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